Cinco empreendedoras assistidas pela Prefeitura de Aracaju por meio da Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), participaram da segunda edição da Feira Centro Vivo, realizada no Centro de Aracaju
Empreendedoras assistidas pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), participaram da 2ª edição da Feira Centro Vivo, realizada na região central da capital. A iniciativa possibilitou a apresentação e comercialização dos produtos, além de contribuir para a divulgação dos negócios, a ampliação da rede de contatos e a aproximação com novos públicos.
Participaram da feira empreendedoras dos negócios Minha Luna Bag Store, Driquinha Artesanatos, Risa Variedades, Biopics e Fio Douré. Entre os produtos comercializados estavam bolsas e acessórios de crochê, peças em renda irlandesa, itens de costura criativa, laços para cabelos, bolsas de treliça, toalhas bordadas, produtos fitoterápicos e naturais, peças de decoração produzidas com fibra de bananeira e outros artigos artesanais.
De acordo com a secretária municipal da SerMulher, Elaine Oliveira, a inserção das empreendedoras em espaços de comercialização e divulgação também contribui para o fortalecimento da autonomia feminina. “Acreditamos que promover oportunidades para que elas possam gerar renda, ampliar seus negócios e conquistar independência financeira é também contribuir para que tenham mais liberdade para fazer suas próprias escolhas e romper ciclos de vulnerabilidade”, afirmou.
Segundo a coordenadora do projeto estratégico SerMulher Elas Empreendem, Odcineide Paulino, acompanhar a trajetória das empreendedoras reforça a importância das ações desenvolvidas pela pasta. “Para a SerMulher, é um privilégio imenso fazer parte desse momento na vida das nossas assistidas. Elas chegam até nós em situações diversas e, principalmente quando falamos da área financeira, muitas vezes estão perdidas, sem um norte. Nosso principal objetivo é promover e ajudar essas mulheres na conquista da independência financeira”, destacou.
Para Ana Carla, proprietária da Fio Douré, a participação na Feira Centro Vivo contribuiu para ampliar a visibilidade do negócio e estabelecer contato direto com o público. “Para mim é importante estar em um evento de empreendedorismo, porque é uma excelente forma de impulsionar meu negócio, conquistar visibilidade ao público presente e, não menos importante, criar uma conexão real com as pessoas presentes”, afirmou.
Já a empreendedora Vânia Santos, da Biopics, destacou a importância das ações promovidas pela Prefeitura de Aracaju, por meio da SerMulher e do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), em seu processo de reconstrução e retomada da autonomia. “Esses produtos são aqueles que tenho a oportunidade de apresentar e vender por meio das ações da Secretaria da Mulher e do CRAM. Mas, para mim, o principal é mostrar que, apesar de estarmos passando por uma situação de vulnerabilidade psicológica e emocional, a gente consegue continuar e superar”, relatou.
Segundo Vânia, a participação em feiras também representa uma forma de enfrentar desafios e reconstruir, gradualmente, a rotina. “Participar dessas ações é uma forma de sair, aos poucos, desse ciclo de medo e ansiedade. É uma terapia bastante desafiadora, mas também é libertadora. Mesmo quando volto para casa com alguns produtos que não consegui vender, volto muito satisfeita e feliz, porque sei que esse momento representa superação. Eu superei o medo, a ansiedade e consegui sair de casa”, acrescentou.
Sobre a Feira Centro Vivo
A Feira Centro Vivo integra o Projeto Centro Vivo, iniciativa voltada à revitalização e à valorização da região central de Aracaju por meio da ocupação dos espaços públicos e da realização de atividades que aproximam a população do comércio, da cultura e do empreendedorismo. Com entrada gratuita, a programação reuniu empreendedorismo, artesanato, gastronomia, cultura e música.




