Fidiguido revela a memória de quem viveu em Aracaju e será lançado no próximo dia 17

Fidiguido revela a memória de quem viveu em Aracaju e será lançado no próximo dia 17

Fidiguido, o segundo romance da escritora Tina Correia, entrou em circulação 10 anos depois da sua estreia como romancista, quando lançou Essa Menina – De Paris a Paripiranga.

O romance de estreia recebeu críticas elogiosas de nomes omportantes da vida intelectual brasileira como Antônio Torres, Ana Maria Machado, Arnaldo Niskier. Frei Betto, Glória Perez, Joaquim Falcão, José Murilo de Carvalho, Marcos Vilaça e Zuenir Ventura.

Fidiguido será lançado em Aracaju no dia 17 de outubro, na Livraria Escariz da avenida Jorge Amado, a partir das 16 horas.

É um romance que foca questões que dizem respeito a memória, cultura e a história social de Sergipe. A ficção é construída a partir de lembranças familiares, personagens populares e do ambiente da cidade de Aracaju vivido pela autora. Fidiguido foi publicado pelo selo Beiral, da Editora 7Letras, com 264 páginas, em formato 14 X 21.

Embora a sinopse editorial fale genericamente em uma pequena cidade do Nordeste, algumas entrevistas concedidas pela própria autora esclarecem que o universo de referência era a cidade de Aracaju.

Tina nasceu na capital do estado de Sergipe e utilizou as lembranças da infância e da juventude, histórias familiares, mexericos, personagens populares, músicas, poemas, cordéis, modos de falar dos sergipanos como matéria prima da sua ficção.

Fidiguido, o título do livro é uma chave importante para compreender o enredo. É “fio de Guido”, o filho de Guido, uma corruptela muito usada em Sergipe. Um bebê abandonado na porta de Guido juntamente com um bilhete informando que a criança é “FIDIGUIDO”.

 

 

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