CARLOS BATALHA: “CASOS E CAUSOS DE JOÃO ALVES FILHO”!

Estamos aqui neste nosso encontro dominical, e que já se tornou corriqueiro.

A coluna CASOS E CAUSOS DE JOÃO ALVES FILHO é aguardada  com ansiedade pelos leitores da Folha de Sergipe.

1-Ontem Sergipe perdeu uma figura simpática e muito querida. O corretor Erotildes Araújo, muito querido e simpático a todos, deixou este mundo.

Erotildes era uma pessoa que gostava muito de João Alves, e com ele tratou de muitos negócios imobiliários.

Já contei aqui que o Negão não tinha dia nem hora para trabalhar. Para ele tanto fazia ser 2 horas da tarde, como da manhã.

Pois bem. Em um belo dia, ou melhor, em uma bela noite, lá por volta das 2hs da manhã, o telefone toca na casa de Erotildes. Meio cambaleante, o nosso simpático corredor vai até a sala, e quando atende o chamado, do outro lado da linha, era João Alves, aquela hora da madrugada querendo visitar um imóvel. Incrédulo, sonolento, e sem reconhecer a voz de João, Erotildes o chama de tudo que é nome, mandando-o pra tudo que é lugar e desliga o telefone.

No outro dia, como se nada houvesse acontecido, Erotildes aparece na Habitacional, e ao encontrar com João o adverte que alguém está passando trote em nome dele. O Negão dá aquela sonora gargalhada e para espanto do denunciante Erotildes, afirma que foi ele mesmo o autor do telefonema.

2-COMIGO TAMBÉM

Episódio semelhante ao ocorrido com Erotildes Araújo também ocorreu comigo enquanto Secretário de Estado da Comunicação no ano de 2004.

Em um belo dia, ou melhor, noite, por volta das 03hs da manhã, meu celular toca. Sem olhar o visor, digo. Alô. Do outro lado, uma voz fala. “Batalha é João Alves”. Eu simplesmente respondi. “vai  te lascar”. A voz repete. “é João Alves”. Eu simplesmente respondi. “está certo, e eu sou Silvio Santos” kkk, desligando o telefone.

A exemplo de Eronildes Araújo, no outro dia o equívoco foi esclarecido.

3-JOÃO, DUTRA, E A PETROBRÁS

Ano de 2005, inauguração das quadras de tênis da Orla da Atalaia. Como convidado especial, Fernando Meligeni, argentino, naturalizado brasileiro e medalhista olímpico.

Após o descerramento da placa começam as competições, com o locutor anunciando as presenças das autoridades. Ao anunciar o nome de João Alves, patrono da festa, algumas vaias surgem da platéia. Contrariado, João pensa em ir embora, e eu consigo segura-lo. Minutos depois, o locutor anuncia a presença do então senador José Eduardo  Dutra e as vaias foram triplicadas. O negão então se vira para mim e fala entre gargalhadas, “amigo, vamos embora. A vaia dele foi muito maior do que a minha”.

4-O SURF, JOÃO, E O MAR

Quando da construção da Orla de Atalaia fui procurado em meu gabinete da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer por uma comissão de surfistas, comissão que foi solicitar a construção de um palanque para posicionamento da arbitragem em dias de competições.

Pedido encaminhado ao Governador João Alves, que atendeu de primeira. Chega o dia da inauguração. Um belo domingo ensolarado. Por volta das 9hs lá estava o homem cercado por dezenas de surfistas gratos pelo atendimento ao pedido.

Ocorre que para contrariedade geral, principalmente do Negão, a natureza resolveu conspirar contra. Os surfistas para praticarem suas acrobacias necessitam de fortes ondas provocadas pela maré, ondas que naquele dia teimavam em não aparecer. As horas foram passando, e já por volta do meio dia João resolve ir embora não sem antes reclamar que eu deveria ter visto a tábua da maré, deveria ter ligado para Overlan Amaral, para programar a inauguração em outro dia ou em outro horário.

Assim era João. Quando plantava uma árvore, já queria ver o fruto brotando.

 

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