No último domingo, os aracajuanos foram às urnas e reelegeram Edvaldo Nogueira (PDT) para comandar a capital de Sergipe pela terceira vez.
Foram mais de 40 mil votos de vantagem para sua adversária, a Del. Daniele Garcia, que conseguiu alguns feitos inéditos nesta eleição. Primeiro deles foi ter ido para o segundo turno e, um dos mais “bizarros”, se assim podemos definir, foi ter perdido para as abstenções.
Mesmo assim a delegada conseguiu passar dos 100 mil votos, mostrando que a oposição composta pelo Del. Alessandro Vieira, os ex-senadores Valadares e Eduardo Amorim, entre outros, ainda sonham com uma vaga majoritária em 2022. Claro, se o grupo continuar “unido”.
Contudo, a vitória de Edvaldo mostrou também a importância do ex-deputado federal André Moura (PSC) que, literalmente, “bancou” toda a trajetória que percorreu o marketing eleitoral do candidato reeleito.
Foram mais de 320 milhões de reais viabilizados para a melhoria de vida dos aracajuanos, dentre eles a de Edvaldo que graças a tantos recursos conseguiu em tempos de crise fazer “milagres” e se reeleger.


Foto: Redes Sociais
“É crime trazer recursos para Sergipe?” Essa foi uma pergunta de André em uma emissora de rádio – a resposta é simples: claro que não. “Crime” é subestimar André Moura, Belivaldo Chagas, Jackson Barreto & Cia.
E a sentença é perder e ficar em terceiro lugar partindo do princípio de que o primeiro foi Edvaldo e em segundo ficaram as abstenções.




